Almoço no salão
A atividade principal da casa
O almoço de quem trabalha por perto. Cardápio que muda todo dia, feito de manhã com o que veio do mercado, e servido enquanto está quente.
Uma casa que cozinha para três situações diferentes: o almoço de quem senta no salão, a festa que precisa de bufê e a empresa que precisa alimentar a equipe.
Muda o lugar em que a comida é servida e a quantidade que sai. O preparo é o mesmo, feito na mesma cozinha, pelas mesmas mãos.
A atividade principal da casa
O almoço de quem trabalha por perto. Cardápio que muda todo dia, feito de manhã com o que veio do mercado, e servido enquanto está quente.
Festa, recepção e confraternização
O bufê vai até onde a festa é. O cardápio é montado com quem contrata — não há pacote fechado que serve para todo mundo igual.
A equipe alimentada todo dia
Fornecimento contínuo, no mesmo horário todo dia. Quem contrata precisa saber que chega — por isso o horário de entrega entra no acerto, não fica para depois.
Doce, bolo e salgado
O doce que fecha o evento e o bolo de encomenda. Sai da mesma cozinha, e é o que permite entregar a festa inteira sem chamar outro fornecedor.
Quatro etapas, na mesma ordem, todo dia — muda o destino, não o preparo.

A compra é feita de manhã, e o cardápio se ajusta ao que estava bom no mercado. É o contrário de decidir o prato na segunda e comprar o que sobrou na sexta.

Tudo é feito na cozinha da casa, no mesmo dia em que vai à mesa. Nada chega pronto de outro fornecedor para ser apenas requentado aqui.

No salão, o prato sai da cozinha direto para a mesa. É a hora em que o almoço precisa estar no ponto e no horário — quem almoça tem hora para voltar.

Bufê e refeição de empresa saem embalados, contados e no horário combinado. A conferência da quantidade é feita antes de sair, não no destino.
A DANIELA BATISTA LTDA foi aberta em 13 de julho de 1995 e desde então faz a mesma coisa, no mesmo lugar: cozinhar no Jardim Umuarama, na zona sul de São Paulo.
O Jardim Umuarama é bairro de casa e de trabalho ao mesmo tempo: tem quem almoce ali todo dia útil e tem quem contrate a festa da família no fim de semana. Uma casa que atende os dois não precisa escolher entre volume e cuidado — precisa de uma cozinha organizada para os dois ritmos, que é o que trinta anos ensinam.

Empresa, escritório, obra, escola, recepção e festa de família. A conversa começa pela data e pelo número de pessoas: quantas refeições, em que horário e por quanto tempo.
Número de pessoas, horário e por quanto tempo — um evento ou um fornecimento contínuo.
Montado com você, considerando restrição alimentar e o que a estação oferece. Definido isso, sai o orçamento.
Hora de entrega ou de início do serviço, reservada na agenda da cozinha.
Falar com a casa é o caminho mais curto: quem atende conhece a cozinha e consegue responder sobre cardápio, data, quantidade e prazo na mesma conversa.